Rio Maior vai ter uma clínica de hemodiálise

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A DaVita Portugal vai abrir uma clínica de hemodiálise em Rio Maior, dando aos doentes renais do município a oportunidade de fazerem um tratamento de excelência perto das suas casas, evitando deslocações para instalações fora do concelho, que não dispunha de uma infraestrutura para a realização destes tratamentos. O projeto foi desenvolvido em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Rio Maior.

“A clínica está pronta e pode começar a funcionar assim que o pedido de convenção, submetido à Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), nos for concedido. Acreditamos que a DaVita Rio Maior vai trazer muitos benefícios para o concelho, sobretudo para os doentes, que tinham de fazer deslocações longas semanais para realizar o tratamento, e para as suas famílias; assim como para a Tutela, no que a custos de deslocação diz respeito. Além disso, vão ser criados novos postos de trabalho”, afirma Paulo Dinis, Diretor-Geral da DaVita Portugal.

A DaVita Rio Maior vai ter capacidade para dar assistência a um total de 84 doentes por semana e, tal como todas as clínicas do grupo, vai ser equipada com tecnologia inovadora.

“A Santa Casa da Misericórdia de Rio Maior considera que a instalação da Clínica é muito importante para a comunidade riomaiorense, pois os doentes que necessitem de efetuar o seu tratamento não têm de se deslocar para outra localidade”, afirma Maria José Figueiredo, Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Rio Maior.

E refere: “A Santa Casa da Misericórdia de Rio Maior iniciou a negociação com a empresa Eurodial, para o arrendamento de espaço, para a instalação de uma Clínica de Hemodiálise, no edifício da sua sede em Rio Maior. Depois de um período inicial, celebrou o respetivo contrato e, em 2019, foram iniciadas as obras que terminaram no ano em curso. Aguarda com expetativa o seu funcionamento, que só está dependente da conclusão do processo de concessão da convenção pela ARSLVT à empresa Eurodial, pertencente ao Grupo DaVita Portugal, considerando que a receita a receber pelo arrendamento é de extrema importância para a sustentabilidade da Instituição. Presentemente, realiza o maior investimento da sua existência, uma Estrutura Residencial para Pessoas Idosas, de avultado valor, pelo que, mais uma receita, torna menos difícil o pagamento dos encargos presentes e futuros com o seu funcionamento.”

A doença renal crónica é provocada pela deterioração lenta e irreversível da função renal. Como consequência, existe retenção no sangue de substâncias que normalmente seriam excretadas pelo rim, resultando na acumulação de produtos metabólicos tóxicos no sangue (azotemia ou uremia). Nas fases mais avançadas as pessoas com esta doença necessitam de realizar regularmente um tratamento de substituição da função renal que poderá ser a hemodiálise, a diálise peritoneal ou o transplante renal.

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