Empresários detidos por roubar com violência residem em Tomar

São suspeitos de terem efetuado 21 assaltos, sequestro, tortura e de homicídio

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IMG 20211113 175418O Jornal de Notícias (JN) destacou na edição de hoje, o caso dos empresários detidos por roubar com violência, residem em Tomar e são suspeitos de realizar 21 assaltos desde 2017 no Norte e no Centro. Num deles, mataram uma octogenária.

Refere o mesmo jornal, “400 mil euros em notas terão sido roubados pelos arguidos nos 21 assaltos que, para já, lhes são atribuídos. Nas buscas, a PJ apenas aprrendeu algum dinheiro (em montante não especificado), oito carros, uma moto de água, duas moto-quatro, ferramentas e ouro”.

Relata ainda o mesmo matutino que, “segundo fonte policial, os empresários detidos chegavam a fazer mais de 500 quilómetros diários para escolher alvos, sobretudo comerciantes e empresários, e para estudar as suas rotinas.

A um casal de idosos de Vila de Foz Côa furtaram a casa, à hora da missa. Mas, ao virarem a casa do avesso, viram um cofre embutido na parede, e, um mês depois, na noite de 18 de dezembro de 2018, voltaram para roubar, com os idosos presentes. À mulher, de 80 anos, despiram-na e queimaram-na com um ferro em brasa, para que desse a chave do cofre. O marido desta foi regado com combustível, queimado e forçado a tomar ecstasy com aguardente, mas também não deu a chave, porque esta estava com os filhos, que já não moravam na casa. A mulher morreu e o marido desmaiou. Os assaltantes partiram então a parede e levaram o cofre, que não tinha nada de valioso.

Coimbra, Santa Comba Dão e Seia são outros sítios onde terão cometido roubos, designadamente, trancando uma mulher na mala de um carro abandonado e regando outra com gasolina.

Um dos empresários detidos está ligado a um clube de padel na zona de Tomar, que já veio demarcar-se de qualquer atividade ilícita. O outro, seu familiar, teria um negócio de sucatas”.

Segundo a PJ, os empresários já foram presentes a um juiz que decretou a prisão preventiva e as mulheres dos suspeitos também foram detidas, mas a prova recolhida não as põe nos assaltos, mas implica-as na dissimulação dos bens roubados. Foram libertadas com a obrigação de se apresentarem duas vezes por semana no posto policial. Cada uma delas teve ainda que pagar uma caução no valor de 20 mil euros.

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