Torres Novas avança com a construção de habitação para arrendamento acessível

Edifício com 3 pisos de habitação e 6 apartamentos de tipologias T2 e T1, que vai custar cerca de um milhão de euros.

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Em reunião de Câmara realizada ontem, dia 13 de setembro, foram aprovados a minuta de contrato e a adjudicação da empreitada “Construção de Edifício de Habitação Multifamiliar no Gaveto da Rua Atriz Virgínia com a Rua dos Ferreiros” à empresa Gaia Pinto – Construções, Lda., pelo valor global de 718.029,75 euros, acrescido de IVA à taxa legal em vigor, e com um prazo de execução de 540 dias.

O edifício habitacional multifamiliar vai localizar-se num terreno com uma área de cerca de 432.25 m², propondo-se a construção de um edifício com 3 pisos de habitação e 6 apartamentos de tipologias T2 e T1, orientados para um segmento de arrendamento com custos controlados e acessíveis.

A nível da construção é proposta uma estrutura corrente com o recurso ao sistema estrutural de pilar viga em betão armado, com paredes exteriores duplas e alvenaria de tijolo furado, sendo garantido o isolamento térmico, bem como o forro integral dos elementos em betão com poliuretano e alvenaria.

No que diz respeito a acabamento exterior das paredes foi proposta pedra calcária mantendo o embasamento do edifício e o uso do azulejo como revestimento das fachadas, com cobertura inclinada amansardada e revestida a telha plana.

No interior dos espaços privados propõe-se paredes e tetos acabados a estuque e pintados a tinta de cor branca e pavimentos em madeira. Já nos espaços comuns, como a entrada, circulação e escadas, estão previstos pavimentos em cerâmico. Todo o edifício e frações vão permitir a acessibilidade e permanência de pessoas com mobilidade reduzida.

Com esta empreitada pretende-se dar continuidade à renovação do espaço urbano e valorização do centro histórico, através da melhoria das condições de habitação e da promoção de melhores condições de salubridade, defendendo que a melhoria das condições de habitação de custos controlados deve assentar no equilíbrio entre a escassez de recursos económicos e a salvaguarda da dignidade dos beneficiários.

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