Festival de Gastronomia de Santarém comemora 40 anos com eventos até ao final do ano

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Os 40 anos do Festival Nacional de Gastronomia de Santarém são o mote para “reforçar a capitalidade de Santarém e a importância da gastronomia que é Património Imaterial da Humanidade”, disse à agência Lusa o presidente da câmara, Ricardo Gonçalves (PSD).

O arranque das celebrações foi ontem assinalado em Santarém com a apresentação do programa, que “vai decorrer até dezembro, com várias iniciativas ao longo de todo o ano”, e que tem como principal novidade, segundo o autarca, o alargamento do festival “por mais uma semana”, decorrendo entre o dia 16 de outubro e 01 de novembro.

Entre as dezenas de iniciativas e eventos de “amplitude regional e nacional” que marcam as celebrações destacam-se a comemoração do Dia Nacional da Gastronomia (em maio), o evento “Portugal à Mesa em Santarém”, a participação na Bolsa de Turismo de Lisboa com um stand em formato de cozinha e o lançamento do Guia Gastronómico de Santarém, durante o Festival Nacional de Gastronomia.

“A preservação da memória e dos sabores está na ordem do dia”, sublinhou Ricardo Gonçalves, defendendo a importância de associação essa missão a Santarém, onde há “o único festival gastronómico com uma dimensão nacional que demonstra aquilo que se faz no país inteiro”.

A afirmação de Santarém como Capital da Gastronomia trouxe nos últimos anos “um retorno no surgimento de novos chefs e de restaurantes referência”, que o presidente considera contribuírem para “uma grande visitação” ao concelho. O município, sublinhou, tem na gastronomia “um dos pilares da estratégia turística”.

“Quando os estrangeiros decidem visitar Portugal nos 10 primeiros fatores nunca aparece a gastronomia, mas quando saem a gastronomia aparece sempre nos três primeiros aspetos que mais gostaram”, afirmou Ricardo Gonçalves, sustentando a importância de “aproveitar esta grande riqueza marcada pela diferenciação de sabores de norte a sul do país”.

O Festival Nacional de Gastronomia atrai anualmente mais de 40 mil pessoas, número que este ano a organização estima “poder aumentar substancialmente com a adesão do público repartida pelas dezenas de atividades ao longo do ano”.

O festival, que movimenta habitualmente um orçamento de 300 mil euros, contará este ano com um reforço financeiro, ainda não apurado, comparticipado pela autarquia e por patrocinadores privados e entidades de turismo.

Lusa

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