CHMT sensibiliza população para quedas durante a campanha da azeitona

Em 2021, o CHMT registou 8.847 casos de urgências associados a quedas

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O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) alerta a população para “a necessidade do maior cuidado e da adoção de estratégias de prevenção de quedas e de acidentes durante a campanha de apanha da azeitona que decorre atualmente na região do Médio Tejo”.
E adianta: “𝐒𝐚𝐛𝐢𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐡á 𝐝𝐞𝐳𝐞𝐧𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐚𝐜𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐝𝐚𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐨𝐜𝐨𝐫𝐫𝐞𝐦 𝐧𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐞𝐱𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐚𝐩𝐚𝐧𝐡𝐚 𝐝𝐚 𝐚𝐳𝐞𝐢𝐭𝐨𝐧𝐚 (𝐦𝐚𝐧𝐮𝐚𝐥 𝐨𝐮 𝐦𝐞𝐜𝐚𝐧𝐢𝐳𝐚𝐝𝐚) 𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐨𝐫𝐢𝐠𝐢𝐧𝐚𝐦 𝐚 𝐧𝐞𝐜𝐞𝐬𝐬𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐞 𝐚𝐭𝐞𝐧𝐝𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐧𝐨 𝐒𝐞𝐫𝐯𝐢𝐜̧𝐨 𝐝𝐞 𝐔𝐫𝐠𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐝𝐨 𝐂𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐇𝐨𝐬𝐩𝐢𝐭𝐚𝐥𝐚𝐫 𝐝𝐨 𝐌𝐞́𝐝𝐢𝐨 𝐓𝐞𝐣𝐨 (𝐂𝐇𝐌𝐓)? Falamos de quedas de árvores (que podem muitas vezes ser fatais), traumatismos graves e acidentes com maquinaria pesada”.
Mas os acidentes podem não ficar por aqui: “A sinistralidade durante a campanha da azeitona pode também ocorrer nas fases do transporte, ou mesmo no processamento da azeitona no lagar. Estes incidentes podem também ocorrer numa fase posterior do cuidado do olival, nas podas. A tipologia de acidente continua a abranger quedas acidentais, mas também aumenta a possibilidade traumas por objetos cortantes, os quais podem ser da maior gravidade.
Assim, todo o cuidado é pouco na campanha da azeitona. Evite os acidentes e, sobretudo, as quedas.
Segundo o CHMT, “As quedas são, de forma global, um problema de saúde pública de grandes proporções no nosso país. A região do Médio Tejo não é exceção: trata-se do acidente mais notificado nos hospitais nacionais, do qual cerca de 5% resultam em fraturas e 5% a 11% em outros danos graves”.
Em 2021, CHMT registou 8.847 casos de urgências associados a quedas
“Em 2021, o CHMT acudiu a 8.847 episódios de urgências associados a acidentes com quedas. Este número representa mais de dez por cento de todos os episódios de urgência acumulados do ano passado.
Houve, pelo menos, 17 internamentos reportados por acidentes com quedas de árvores. Pela sua saúde, exortamos a que, se possível, utilize equipamentos de proteção e, se a sua idade for mais avançada, evitar subir a árvores. É preferível utilizar o varejador para ripar a oliveira em segurança – deixando os ramos mais altos por colher – do que colocar em risco a sua saúde ou mesmo a vida”, refere este centro hospitalar.
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