Segunda-feira, 12 Janeiro 2026
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Vai ser proibido caminhar ao longo do troço dos Pegões do Aqueduto do Convento de Cristo

Na sequência das notícias recentemente divulgadas na comunicação social sobre o estado de conservação do troço dos Pegões do Aqueduto do Convento de Cristo, o Município de Tomar, em articulação com o Património Cultural, I.P., promoveu uma visita técnica ao monumento, com o objetivo de avaliar no local as condições observáveis e clarificar a situação do ponto de vista institucional e técnico.

Na reunião de Câmara desta segunda-feira, dia 12 de janeiro, o presidente da Câmara de Tomar, Tiago Carrão, informou que será realizada ainda durante este mês, uma visita técnica pelo LNEC para avaliação da situação que reuna elementos que conduzam a um relatório rigoroso que aponte para as necessárias intervenções.

Foi sugerido também pela tutela à Câmara de Tomar, que seja proibido caminhar ao longo do troço, devido aos riscos de perigosidade  para os caminhantes como para o monumento.

Na sequência da visita técnica realizada, será elaborado um relatório que integrará a documentação existente. Considerando, contudo, que a observação direta não permite uma avaliação estrutural rigorosa, o Município de Tomar e o Património Cultural, I.P. entendem ser necessário avançar para um diagnóstico de engenharia aprofundado, a realizar por entidade independente e tecnicamente habilitada, o qual constituirá a base para qualquer decisão futura sobre intervenções de conservação ou restauro.

O Município de Tomar continuará a acompanhar este processo com transparência, responsabilidade e articulação institucional, colaborando ativamente com as entidades competentes, nomeadamente o Património Cultural, I.P. e a ESTAMO, assegurando que a segurança das pessoas e a salvaguarda deste património histórico de elevado valor para Tomar e para o país permanecem como prioridades absolutas.

Recorde-se que o Aqueduto do Convento de Cristo, encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1910, com Zona Especial de Proteção fixada em 1946, integrando o domínio público do Estado, estando a sua administração na esfera da responsabilidade da ESTAMO – Participações Imobiliárias, S.A..

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