Quarta-feira, 11 Fevereiro 2026
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Kristin: Após o diagnóstico, associações empresarias exigem respostas mais céleres

As Associações empresariais (AIP; NERSANT, ACISO), CIM do Médio Tejo e os autarcas de Tomar, Ferreira do Zêzere e Ourém defenderam ontem em Tomar, numa conferência de imprensa que a destruição desta região (Ourém, Caxarias, Ferreira do Zêzere e Tomar), pela tempestade Kristin, é equiparável à de Leiria, mas com menor visibilidade mediática.

Referiram que existem ainda milhares de pessoas sem energia, duas semanas após a tempestade Kristin, persistem graves falhas no fornecimento elétrico: cerca de 7.000 pessoas sem luz em Ourém, 2.500 em Ferreira do Zêzere e 1.000 em Tomar, além de centenas de empresas paralisadas.

Os autarcas deixaram críticas à reposição de energia pela lentidão na resposta, a falta de equipas no terreno e falhas graves nas telecomunicações, sobretudo em Ferreira do Zêzere.

A AIP considera positivas as medidas anunciadas pelo Governo, mas insuficientes e ainda não operacionalizadas. Defende maior rapidez e reforço dos apoios.

As Principais reivindicações das associações empresariais são: Apoios a fundo perdido imediatos; Alargamento do apoio de 10 mil euros (atualmente para agricultura e floresta) a outros setores; Moratórias fiscais mínimas de seis meses; Simplificação do lay-off; Aceleração de linhas de crédito e incentivos já contratados e Redução da burocracia e dispensa de controlos administrativos prévios na reconstrução.

Os setores mais afetados foram: Agroindústria, indústria transformadora e construção, devido à exposição às intempéries e à interrupção de cadeias logísticas.

Sobre o impacto social ao dia de ontem existiam em Ourém 10 mil habitações danificadas; 79 empresas afetadas; 37 pessoas realojadas. em Ferreira do Zêzere: 35% da população sem energia; 29 deslocados. Em Tomar há ainda cerca de mil pessoas sem luz.

Os Municípios sublinharam a necessidade urgente de apoio psicológico, a reconstrução de habitações eo  restabelecimento rápido de energia e comunicações.

Conclui-se assim, que o Médio Tejo enfrenta uma crise económica e social grave após a tempestade Kristin, com destruição significativa, milhares sem energia e empresas paralisadas, enquanto associações e autarcas exigem maior rapidez, menos burocracia e reforço dos apoios governamentais.

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