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A Casa Abandonada que Inspirou um Jovem Médico Tomarense a Escrever um Romance

Navegava pelas redes sociais, quando descobri, numa página de um amigo, uma alusão à recente edição de um livro do jovem médico tomarense Pedro Baião Roque (não nasceu em Tomar, mas viveu sempre nesta cidade até ir estudar medicina), e logo me chamou a atenção a capa do livro e o respetivo título, “A Velha Casa da Rua dos Voluntários da República”. Casa familiar aos tomarenses que se encontra há anos abandonada e degradada. Uma casa que nos coloca muitas questões, quem ali viveu? E que dramas levaram esta casa a tal estado de abandono?

E é aqui que entra Pedro Baião Roque, que aos 15 anos de idade deu aso à sua imaginação e criou a obra que deu agora à estampa. Já lá vão 18 anos e, certamente, tudo o que o autor nos conta sobre a história romanceada desta casa, no seu livro, poderá ser muito bem uma das muitas histórias hipoteticamente vividas nesta casa. É sempre um orgulho descobrir talentos em jovens tomarenses, neste caso, Pedro Baião Roque, que nos dá o privilégio, de «viajarmos» através da escrita por entre as paredes de uma casa, que se falassem, teriam muitas histórias para contar.

Em forma de sinopse, na contracapa do livro lê-se: “Na pacata Cidade Templária e Tomar, onde as pedras ainda guardam segredos de cavaleiros e de lendas imortais, ergue-se uma velha casa em ruínas – esquecida pela cidade, mas habitada por um misterioso idoso envolto em silêncio e melancolia. Entre as paredes, ecoam histórias de amores perdidos, tragédias familiares e segredos que o templo tentou sepultar. O professor Henrique e a jovem Mariana veem-se atraídos pelo enigma daquela casa e pela triste melodia de um violino que ressoa na noite. Quem será o homem que ali vive? Um mendigo? Um nobre destituído?

Ou o último guardião de uma linhagem amaldiçoada? Nesta narrativa que mergulha no coração da cidade dos Templários, o passado e o presente entrelaçam-se num romance de amor, mistério e redenção – onde até as ruínas têm memória e os ecos do passado ainda sabem falar”.

Sobre o autor:

Pedro Miguel Baião Roque nasceu a 26 de julho de 1993, em Coimbra e viveu, desde os primeiros dias, em Tomar. Iniciou o seu percurso escolar na Escola Infante D. Henrique, passou pela Escola D. Gualdim Pais e concluiu a escolaridade obrigatória na Escola Secundária de Santa Maria do Olival. Frequentou a escola de música “Canto Firme” e aprendeu guitarra  com o professor/músico Arlindo Marques.

Partiu depois para a Eslováquia, onde concluiu o curso de Medicina, em 2018. Exerce a atividade médica em Portugal, conciliando a profissão com um interesse pela arte, pela música e pela escrita. Desde muito novo, dedicou-se à escrita de contos e pequenos poemas, explorando o lado mais poético e simbólico das relações humanas.

A Velha Casa da Rua dos Voluntários da República, escrito aos quinze anos de idade, foi a primeira obra em que o autor reuniu essa imaginação fervilhante e a curiosidade pelo passado, marcas que continuam a atravessar a sua escrita.

De referir que o livro “A Velha Casa da Rua dos Voluntários da República”, foi ilustrado por Aura Vaz e paginado por Carlos Trincão e encontra-se à venda pelo valor de 15 euros. As encomendas deverão ser feitas, através de mensagem privada, no perfil de Manuela Baião.

Dado que o livro foi impresso na Amazon, na Polónia, e é solicitado pela loja espanhola, aguardam 5 ou mais encomendas para que os portes da Amazon possam ser absorvidos pelo preço final dos livros.

Para os interessados numa cópia da ilustração da capa, em tamanho A4, o valor é de 5 euros; no tamanho A3, o valor é de 10 euros. Estas cópias deverão ser encomendadas no perfil de Aura Vaz – Arte, através do seguinte link: https://www.facebook.com/share/1Ah742H8Pj/

Isabel Miliciano

 

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