ULS Médio Tejo abre 30 vagas para formar médicos especialistas e quer fixar médicos na região. Treze vagas destinam-se a Medicina Geral e Familiar e 17 a especialidades hospitalares. A instituição pretende também contribuir para a fixação de médicos na região.
A Unidade Local de Saúde do Médio Tejo dispõe de 30 vagas para formação médica especializada, distribuídas por onze especialidades, segundo o mapa de vagas do Internato Médico 2026 publicado pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).
Medicina Geral e Familiar concentra a maior oferta, com 13 vagas em cinco unidades de saúde familiar: três na USF Almonda, duas na USF Cardilium, duas na USF D. Francisco de Almeida, duas na USF Marmelais e quatro na USF Santa Maria de Tomar.
As restantes 17 vagas destinam-se a dez especialidades hospitalares. Medicina Interna conta com três, enquanto Cirurgia Geral, Medicina de Urgência e Emergência, Patologia Clínica, Pediatria e Psiquiatria dispõem de duas vagas cada. Medicina Intensiva, Nefrologia, Ortopedia e Pneumologia têm uma vaga por especialidade.
Além da formação de novos especialistas, a ULS Médio Tejo considera que o internato constitui uma oportunidade para aproximar os médicos dos serviços e das comunidades, criando condições para que permaneçam na região após concluírem a especialidade.
“Formar médicos é uma das formas mais sólidas de construir o futuro de uma instituição de saúde”, afirma o presidente do Conselho de Administração, Casimiro Ramos. O responsável destaca que estas vagas traduzem a capacidade dos serviços e das equipas para formar
especialistas em áreas distintas.
“Queremos que quem escolha o Médio Tejo encontre aqui exigência, diferenciação, acompanhamento e oportunidades de crescimento — e que, no final da sua formação, possa também escolher esta região para continuar a sua vida e a sua carreira”, acrescenta.
Segundo a instituição, o reforço da capacidade formativa acompanha investimentos na modernização tecnológica e na requalificação das unidades, incluindo a cirurgia robótica, intervenções nos hospitais e blocos operatórios, novas respostas domiciliárias e comunitárias e melhorias nos cuidados de saúde primários.






