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Missa de sétimo dia em memória de Nuno Albuquerque, antigo aluno do IPT e membro da Tuna Templária

Missa de sétimo dia em memória de Nuno Albuquerque, antigo aluno do IPT e membro da Tuna Templária. Em Tomar celebra-se, nesta quinta-feira, dia 8 de outubro, às 18h30, missa de sétimo dia em memória de Nuno Albuquerque, na Igreja de São João Baptista, reunindo amigos e antigos colegas do fotógrafo, que morreu aos 38 anos.
Nuno Albuquerque Gaspar, antigo estudante do Instituto Politécnico de Tomar (IPT) e membro da Tuna Templária, onde era conhecido pela alcunha de “15”.
A celebração conta com o apoio da Tuna Templária, do IPT e de João Vital. A iniciativa pretende reunir aqueles que fizeram parte da vida de Nuno, dando também oportunidade de prestar uma última homenagem por todos aqueles que não puderam estar presentes no funeral.
Nuno Albuquerque Gaspar morreu a 26 de setembro, aos 38 anos, na sequência de um enfarte. Fotógrafo da Casa Real Portuguesa, era um dos fundadores da Juventude Monárquica Portuguesa e integrava a direção da Causa Real.
A sua ligação a Tomar nasceu durante o percurso académico no IPT, onde começou por frequentar Conservação e Restauro, mudando depois para Fotografia, área à qual dedicou a sua atividade profissional. Na Tuna Templária tocava pandeireta e recebeu a alcunha que o acompanharia entre amigos e antigos colegas.
Luís Campos na mensagem que anuncia a homenagem, é recordado como um amigo afável e generoso, empenhado nas causas, no trabalho e naquilo em que acreditava. O texto salienta também a sua ligação a vários projetos em Tomar e o contributo para o percurso da tuna: “Em muitos dos prémios que conquistámos, está também o seu contributo e a sua marca!”
Ao longo da carreira, acompanhou fotograficamente diversos momentos da família de D. Duarte de Bragança, incluindo o casamento da infanta Maria Francisca. A sua morte motivou manifestações públicas de pesar de amigos e instituições ligadas ao movimento monárquico.
D. Duarte de Bragança recordou a amizade que unia Nuno à família e destacou a simpatia e disponibilidade com que trabalhou ao longo dos anos.
Em Tomar, a homenagem fica marcada pela memória partilhada entre companheiros da vida académica e da Tuna Templária. O convite à participação estende-se a todos os que com ele se cruzaram, acompanhado de uma mensagem de solidariedade à família: “Que saibam que continuarão a fazer parte da nossa família!”

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