Nuno Grácio da Assembleia de Freguesia de Asseiceira tornou público um comunicado onde alerta para a situação de risco na Estrada Municipal EM 358-1 (Estrada da Matrena), na Freguesia de Asseiceira, Concelho de Tomar.
Nuno Grácio manifesta a sua preocupação relativamente à situação atualmente verificada nesta via, que não constitui uma realidade recente nem inesperada. Os problemas associados à estabilidade das arribas adjacentes e às fragilidades estruturais da estrada são conhecidos há vários anos, tendo sido sucessivamente ignorados ou adiados.

Nuno Grácio adianta que “a recente passagem da tempestade Kristin, os riscos existentes foram claramente agravados, tornando ainda mais evidente o perigo para todos os utentes.
Importa destacar que, num ponto específico da estrada, já ocorreu o aluimento parcial da via, um episódio que demonstra de forma inequívoca a instabilidade do local e o potencial real para a ocorrência de situações de maior gravidade. Perante este histórico, considero que estão reunidos todos os pressupostos para uma intervenção imediata e responsável por parte das entidades competentes.

Neste contexto, procedi junto das autoridades competentes a um pedido formal para o encerramento permanente da estrada ao trânsito, até que os problemas relacionados com as arribas instáveis sejam resolvidos de forma eficaz, estrutural e definitiva. Trata-se de uma medida de carácter preventivo, orientada exclusivamente pela salvaguarda da vida humana e pela proteção da segurança pública.

Não pode ser ignorado que esta estrada é utilizada diariamente por inúmeros cidadãos, incluindo autocarros que transportam crianças, o que eleva de forma significativa o grau de responsabilidade das decisões a tomar. A manutenção da circulação numa via cuja segurança se encontra seriamente comprometida representa um risco que não deve ser relativizado nem desvalorizado.

Reafirmo que continuarei a intervir, de forma firme e determinada, no sentido de defender o encerramento da Estrada da Matrena enquanto persistirem condições que coloquem em causa a integridade física e a vida dos seus utilizadores. A prevenção de uma tragédia deve prevalecer sobre qualquer outra consideração.
A segurança das populações não pode esperar”, conclui Nuno Grácio.
Fotos: IM





