Foi constituído e apresentado o Comité Científico Português da TREF

TREF - Templars Route European Federation.

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Compõem o Comité Científico Português o presidente Ernesto Jana, Joaquim Nunes (Templ’Anima), António Carlos Godinho, Miguel Gomes Martins (Universidade Nova de Lisboa), Álvaro Barbosa (antigo Conservador do Convento de Cristo), Maria João Branco (Universidade Nova de Lisboa) e Hermenegildo Fernandes (Universidade Clássica de Lisboa). O presidente do comité referiu ainda, a título póstumo, Carlos Veloso que ainda esteve envolvido no projeto.

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No dia em que faz cinco anos que a TREF foi criada, foram apresentados os principais objectivos do Comité Científico Português que assentam na pedra basilar do rigor histórico e científico do conhecimento sobre as terras templárias, nas vertentes pedagógica, turística e económica.

Neste sentido, compete ao comité a certificação de conteúdos como o Percurso Templário de Tomar, apresentado hoje em conferência de imprensa após a reunião plenária. A brochura apresenta um percurso feito em 12 etapas com QR Codes para aceder a textos e vídeos.

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Está em vista a criação de outros documentos que irão servir de ligação entre as terras templárias, como por exemplo um “passaporte” da rede templária, como guia de orientação para visitantes e onde os mesmos poderá carimbar a sua passagem pelas diversas localidades (à semelhança do que acontece com os peregrinos do Caminho de Santiago).

À semelhança das conferências organizadas pela TREF durante o seminário “A Ordem do Templo”, inserido na festa Templária, é também intenção da actual presidência promover uma conferência anual nos próximos dias 15 e 16 de outubro deste ano e a grande conferência internacional em outubro de 2022, que se realizará em Tomar.

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Estas e outra acções destinam-se, em primeira linha, a cumprir os objectivos da TREF que passam, em primeiro lugar, por criar um trabalho em rede para avaliar os locais de acordo com quatro tipos de vestígios templários e criar uma sinalética e comunicação comum e, por outro lado, criar uma rede entre os países da TREF, que se encontra em expansão, com uma identidade e imagem nacional e internacional comum para promoção da marca templária.

Neste contexto, o Comité Científico Português sublinhou a importância destes processos para a internacionalização do nosso território a médio prazo e para a educação dos mais jovens sobre a temática templária a longo prazo.

Fonte: CMT

 

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