Rota dos Templários prepara novas candidaturas e encontro nacional em Ourém. Representantes de municípios e entidades turísticas reuniram-se no Paço dos Condes para definir os próximos passos do projeto, que pretende transformar o património templário numa oferta turística nacional diferenciadora.
O Paço dos Condes, na Vila Medieval de Ourém, recebeu, na quarta-feira, 16 de setembro, uma reunião técnica da Rota dos Templários Portugal, juntando representantes das várias entidades e municípios envolvidos no projeto.
A sessão foi aberta pela vereadora da Câmara Municipal de Ourém, Purificação Reis, que destacou a importância do património histórico da Vila Medieval e o trabalho de valorização que tem vindo a ser realizado. A autarca considerou que a Rota dos Templários poderá representar um contributo importante para reforçar a projeção daquele conjunto patrimonial.
Durante a reunião, os parceiros apresentaram o trabalho já desenvolvido e analisaram novos projetos de valorização da rota, alguns dos quais poderão vir a integrar candidaturas ao programa “Crescer com o Turismo”.
A formação dos diferentes intervenientes foi outro dos assuntos em discussão, com a apresentação de propostas de ações destinadas a melhorar a capacitação dos profissionais e das entidades ligadas à rota.

Os participantes começaram também a preparar o programa do 2.º Encontro Nacional da Rota dos Templários, previsto para novembro deste ano, em Idanha-a-Nova. A reunião permitiu ainda partilhar experiências e avaliar os próximos passos necessários para consolidar o projeto a nível nacional.
Antes do almoço, a comitiva realizou uma visita guiada ao Castelo e ao Paço dos Condes de Ourém. Entre os participantes esteve o presidente da Câmara Municipal de Tomar, Tiago Carrão.
Projeto liga 17 municípios
A Rota dos Templários Portugal envolve o Turismo de Portugal, as entidades regionais de turismo do Porto e Norte, Centro e Alentejo e Ribatejo, a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo e 17 municípios: Abrantes, Arronches, Castelo Branco, Ferreira do Zêzere, Idanha-a-Nova, Mogadouro, Ourém, Pombal, Reguengos de Monsaraz, Sabugal, Sertã, Soure, Tomar, Torres Novas, Vila Nova da Barquinha e Vila Velha de Ródão.
O projeto pretende valorizar e promover o património templário existente em Portugal, melhorar a experiência de visita aos monumentos e criar propostas turísticas diferenciadoras, inclusivas e imersivas, recorrendo também às novas tecnologias. A articulação entre territórios deverá permitir apresentar este legado histórico como um produto turístico integrado, capaz de atrair visitantes nacionais e estrangeiros.
Foto: CMO






